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quarta-feira, abril 27, 2011

Estudos mostram que novo videogame ajuda crianças com autismo a aprender novas habilidades de independência




CHARLOTTE, N.C., 26 de abril de 2011 /PRNewswire/

Abril é o mês da  conscientização do autismo, e dois estudos, um publicado na revista Intellectual and Developmental Disabilities, e o outro publicado na  revista Education and Training in Developmental Disabilities, mostram  que novo videogame ajuda as crianças com autismo e necessidades intelectuais especiais a aprender novas habilidades de independência.

Small Steps, Big Skills é o novo videogame com desenvolvimento e  pesquisa financiados pelo Departamento de Educação dos EUA que combina métodos de análise de comportamento aplicado (ABA, Applied Behavior Analysis) de modelagem por vídeo e estratégia que parte do menor estímulo para maior para ensinar 22 habilidades de independência.

As sessões de aprendizagem começam com a modelagem por vídeo, depois as crianças praticam a habilidade usando uma versão simulada da  estratégia do menor para o maior estímulo. A modelagem de vídeo é um  método em que as habilidades são ensinadas por meio de um vídeo da  habilidade utilizada corretamente. A estratégia do menor para o maior  estímulo é um método em que a habilidade é dividida em uma sequência de etapas. Por exemplo, lavar as mãos envolve abrir a torneira,  molhar as mãos, pegar o sabonete, etc. A criança realiza cada uma das  etapas de forma independente e passa para a etapa seguinte ou, se a  etapa não for realizada corretamente, recebe uma hierarquia de três níveis de estímulo. Isso permite uma "aprendizagem sem erros" ou   apoio em cada etapa até que a criança conclua a habilidade.

Para ver o release completo, acesse:

FONTE: The Sandbox Learning Company
BNED:NV
FONTE:NEWSBRIEFS
SÃO PAULO-SP
CONTATOS:BRASIL-CAMILA CONTE
TELS:55-11-2504-5140
E-MAILS: camila.conte@prnewswire.com











sábado, março 26, 2011

Necessidades Especiais Educacionais - Práticas de Sucesso

Nee Praticas Sucesso

sexta-feira, janeiro 28, 2011

A experiência de Matheus, um aluno autista, na escola

Conheça a história de Matheus Santana da Silva, 14 anos, autista . Ele estuda em uma turma regular de escola pública em São Paulo desde a 1a série.





Fonte - Revista Nova Escola
http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/educacao-especial/experiencia-matheus-aluno-autista-escola-482092.shtml


Beijos


Silvana

quinta-feira, janeiro 27, 2011

Resenha : Os fatores relacionados à aprendizagem, ao fracasso escolar e à educação especial

Pessoal, esta resenha é um pouco extensa, mas é um texto maravilhoso. Vale à pena ler e guardar .

Por Marco Oliveira
Publicado no Recanto das Letras em 23/06/2008


Introdução

Alguns aspectos relevantes são abordados no contexto psicopedagógico, quando “...no século XX, Durkhein, contribui de certa forma para o estudo científico da sociedade quando qualifica o fato social, como sendo uma coisa, e que para estudá-lo, seria necessário um conjunto de métodos e processos baseados em experimentos empregados nas ciências exatas. Durkhein congrega “...o fato social à maneira de agir, fixa ou não, suscetível de exercer sobre o indivíduo uma coerção exterior...”. Compreende-se que o fato social exerce uma função subliminar sobre o comportamento humano, a própria vida em sociedade, que deve ser de forma coletiva, abandonando-se desta maneira, os sentimentos de individualidade e as manifestações pessoais.
Isto também se faz presente, na conceituação da Psicopedagogia, em Lakatos, que compreende as características de um fato social como sendo: a exterioridade como fundamento às experiências individuais; a coercitividade: sobre o fato e a sua condição sobre o indivíduo e por último, a generalidade: que parte da consciência coletiva ou o conjunto de maneiras de agir, de pensar e de sentir.
Outro conceito não menos importante, trata o fato social como a busca da relação deste mesmo com um fim social, considerando os fenômenos sociais não apenas como resultados úteis, mas, como determinantes da própria condição social.
Na visão de Garcia, “...para que a escola cumpra o seu verdadeiro papel, deve ser encarada como um lugar de vida, de alegria, como fonte de sucesso, realização pessoal para os alunos e também pessoal e profissional para os professores”.

Contexto Psicopedagógico

Os professores, principalmente os da rede pública estão em contato com alunos diferentes, seja nas capacidades e necessidades. Alunos normais, saudáveis, doentes, portadores de várias dificuldades, carências tanto alimentar, quanto social e outras inúmeras mazelas. O professor por sua vez, continua diante de um desafio: a mudança de postura, até porque, o profissional não aprende ou discute os trabalhos feitos com alunos que tenham dificuldades e ou os denominados de classes populares.
Sylvia Figueiredo Correa no artigo, Revista Educação, questiona para que serve a Escola? Dizendo o seguinte:
“...a escola em todo mundo representa o saber, a cultura, o caminho para o ingresso na sociedade, no mundo do trabalho, a possibilidade de manutenção ou ascensão social...”

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