Mostrando postagens com marcador Autismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Autismo. Mostrar todas as postagens

terça-feira, julho 10, 2012

8 volumes da Revista Inclusão disponibilizados gratuitamentes pelo site do Mec - baixe aqui!


A Revista Inclusão é uma publicação da Secretaria de Educação Especial do Ministério da Educação. Como especificado no site do MEC:
"Em atenção ao movimento mundial de inclusão, que enfatiza a necessidade de alcançarmos uma educação para todos, centrada no respeito e valorização das diferenças, a Secretaria de Educação Especial do MEC apresenta a Revista Inclusão, que aborda a concepção de educação inclusiva, constituindo um novo enfoque para a educação especial e trazendo contribuições valiosas para a reflexão sobre a transformação conceitual e prática do sistema educacional."

Nº1 : http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/revistainclusao1.pdf
Nº2 : http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/revistainclusao2.pdf
Nº3 : http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/revistainclusao3.pdf
Nº4 : http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/rev4web.pdf 
Nº5 : http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/revinclusao5.pdf
Nº6 : http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/revinclusao5.pdf
Nº7http://ramec.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=1837&Itemid=1
Nº8http://ramec.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=1838&Itemid=1

Beijocas

sexta-feira, junho 08, 2012

Ex namorada acusa Jim Carrey de não visitar filho

Jim Carrey rebateu as acusações de sua ex-namorada Jenny McCarthy de que ele não visita o seu filho autista, Evan, segundo o TMZ. Jenny declarou no programa de TV de Howard Stern que, após o término do relacionamento, há dois anos, o ator virou as costas para o filho.



- Eu tentei pedir ao Jim diversas vezes para nos visitar, meu filho sempre perguntava por ele, disse a ex-namorada.



O ator se limitou a divulgar o texto abaixo.



- Sempre farei o que acredito ser o melhor para o bem-estar de Evan. É lamentável que a privacidade de Evan não esteja sendo respeitada. Eu o amo muito e sinto muito a falta dele, explicou o ator.



quinta-feira, novembro 24, 2011

Tecnologia inovadora para autistas em desenvolvimento

É impressão minha ou título não está muito bom ? Quem está em desenvolvimento ? Os autistas ou a tecnologia inovadora? Ainda bem que não fui eu quem escrevi ... Mas vamos à matéria ...

Aplicação virtual desenvolvida pelo DEI e IBILI pode permitir melhoria da interação social em crianças com autismo.
Por Paulo Sérgio Santos

Leia  aqui


quarta-feira, novembro 09, 2011

Em programa, Jô Soares revela: “Tenho um filho de 41 anos autista"

No programa Roda Viva, exibido na noite desta segunda-feira (7), na TV Cultura, Jô Soares falou, depois de muito tempo, do filho especial – seu único. O rapaz morou por alguns anos no exterior e nunca foi visto com o pai e quase nunca é citado por ele em entrevistas.

No programa, que teve como entrevistadores vários jornalistas de diferentes veículos, o assunto surgiu quando Jô foi questionado sobre como consegue manter sua vida pessoal longe dos veículos voltados às fofocas de celebridades. Ele respondeu que se mantém longe das badalações e não vai a estreias. Disse ainda que sua vida pessoal só interessa a ele.

Na sequência, falou do filho Rafael, fruto de seu primeiro casamento com a atriz Theresa Austregésilo, dizendo que ele tem dificuldades e ao mesmo tempo capacidades excepcionais.

O apresentador e escritor ainda comparou o filho com o personagem de Justin Hoffman, que fez um autista no filmeRain Man, de 1988. Rafael toca piano, faz programa de rádio em casa, fala inglês, e aprendeu a ler sozinho aos 4 anos de idade Rafael possui uma boa capacidade de comunicação e inteligência, mas tem dificuldades motoras e vive em uma espécie de mundo particular.

“Tenho um filho de 41 anos autista… Quando ele gosta da música, a vizinhança sofre, daí tenho que gritar, Rafael, abaixa isso...”

“Não é que eu não fale [do filho], mas acho que não é da conta de ninguém”, avaliou

E ainda discorrendo sobre a fama, Jô deu o seu ponto de vista sobre o que é celebridade:

“Acho que celebriades têm que se enquadrar em pessoas que vão a estreias e que se auto-promovem…”

O filme Rain Man

Charles Babbit (Tom Cruise), um jovem vendedor de carros caros, descobre que seu pai, com quem tinha brigado há vários anos, morreu e deixou sua fortuna para um irmão que desconhecia. Raymond (Dustin Hoffman) é autista e, desde criança, está internado em uma clínica. Para receber sua parte do dinheiro, Charles tem de levar o irmão para Los Angeles, mas ele se recusa a andar de avião e os dois praticamente cruzam o país de carro. Ao longo do caminho, Charles, que estava apenas interessado no dinheiro e sempre foi um homem frio e calculista, vai se aproximando do irmão e descobrindo suas estranhas habilidades.

Estudo: cérebros de crianças autistas têm mais neurônios

As crianças autistas têm mais neurônios e apresentam um cérebro mais pesado que as demais, revela um estudo publicado nesta terça-feira no Journal of the American Medical Association (JAMA).
O estudo, baseado em análises de cérebros de crianças autistas falecidas, sugere que a anomalía na zona pré-frontal do cérebro pode ter origem no útero, destacam seus autores.
Os cientistas examinaram os cérebros de sete crianças autistas, com entre 2 e 16 anos, a maioria morta por afogamento. Ao comparar os cérebros dos autistas com os de outras crianças, a maioria morta em acidentes de trânsito, os pesquisadores encontraram 67% mais neurônios no córtex pré-frontal e 17,7% mais peso, em média, no primeiro grupo.
"Já que os neurônios corticais não são gerados após o nascimento, este aumento patológico no número de neurônios em crianças autistas indica causas pré-natais", destaca o estudo.
O córtex pré-frontal é responsável pela linguagem, comunicação e comportamentos como o ânimo, a atenção e as habilidades sociais. Habitualmente, as crianças autistas têm problemas nestas áreas.
"Os fatores que normalmente organizam o cérebro parecem estar desconectados", destacam Janet Lainhart, da Universidade de Utah, e Nicholas Lange, da faculdade de Medicina e Saúde Pública de Harvard
"Devido ao fato de que os neurônios em todas as zonas do cérebro, exceto no bulbo olfativo e no hipocampo, são gerados antes do nascimento, estas descobertas se somam à crescente evidência biológica de que a neuropatologia do desenvolvimento do autismo começa antes do nascimento, possivelmente em todos os casos".
Estudos prévios sugeriam que os sinais clínicos do autismo tendem a convergir com um período de crescimento anormal da cabeça e do cérebro que começa a ser evidente entre os nove e os 18 meses.
O autismo inclui um amplo espectro de diferentes desenvolvimentos, desde a dificuldade para as relações sociais até a incapacidade de comunicação, passando pela execução de movimentos repetitivos, extrema sensibilidade a certas luzes e sons e problemas de comportamento.

Fonte : Portal Terra


quinta-feira, novembro 03, 2011

Vocês conhecem a Infantapps ?

* informações retiradas da página " Quem Somos ? " do site .

"Esse site tem como intenção dar dicas de apps infantis e explicar um pouco sobre o que eles oferecem de interessante.
Somos pais de dois meninos, um de 4 e o outro de 2 anos de idade, que adoram brincar com os aplicativos nos nossos Iphones e Ipads. Nossos filhos são nossos parceiros nesse site e nos ajudam a mantê-lo funcionando. Observamos sua reações quando estão brincando e escrevemos sobre elas no site.
Acreditamos que novas tecnologias, quando usadas corretamente, podem ajudar no desenvolvimento das crianças e por isso damos preferência aos apps com fundo educativo.
Também somos desenvolvedores de aplicativos infantis, trabalhamos na Technolio e por isso estamos sempre a par dos novos jogos educativos.
Esperamos que vocês gostem e que participem enviando sugestões de aplicativos para as nossas crianças.
Obrigado
Tali e Alex "

Link do Site Infantapps : http://www.infantapps.com.br



terça-feira, outubro 25, 2011

Na Etiópia, autistas sofrem por desconhecimento da condição e superstição

Em 1995, a etíope Zemi Yunus não sabia o que era autismo, mas tinha consciência de que seu filho Jojo, então com quatro anos, era "diferente das outras crianças da idade dele".



 
Silvan@

segunda-feira, outubro 17, 2011

As conquistas de uma criança autista - Revista Crescer

“Aqui mora uma família feliz.” As palavras talhadas na plaquinha de madeira que enfeita a porta do apartamento da pedagoga Luciana Nassif, 39 anos, e do comerciante Marcos Antonio Cavichioli, 46, em São Paulo, antecipam o clima que eu iria encontrar na casa dessa família, apesar da avalanche de sentimentos que tomou a todos nos últimos anos. Com um sorriso no rosto, um tererê ornando os longos cabelos lisos e castanhos, quem me recebe é uma das gêmeas do casal, Isabela, 8 anos. Assim que entro, sou convidada a conhecer sua irmã. No quarto, com a babá, Mariana se mostrou indiferente com a minha chegada. Mesmo com a insistência da mãe para que se virasse para mim, continuou com um olhar cabisbaixo. Mari Mari, como é carinhosamente chamada, é autista.

Ela está aprendendo agora a demonstrar e a receber carinho, por gestos. Mari Mari não fala. Ela tem um grau severo do transtorno do espectro autista, termo que os especialistas usam para se referir aos diversos graus que envolvem o autismo. Fica mais fácil entender se comparamos a um dégradé, desde cores muito escuras, em que se encontram os casos mais graves, até as cores claras. Por isso cada criança tem um ritmo próprio de desenvolvimento. Para Mari Mari, que estaria na parte escura deste dégradé, é preciso ensinar o que parece tão corriqueiro. Há um ano, e pela primeira vez, a menina abraçou a mãe – um dos pilares do comportamento autista é a dificuldade de interação com o outro. É um abraço “adaptado”. Ela aceita o carinho, mas não cruza as mãos por trás das costas da pessoa. Em vários momentos da entrevista, ela corria, na ponta dos pés (um comportamento que começou aos 5 anos) para o colo da mãe, sorria, trazia o boneco predileto, gargalhava. O contato visual, o beijo, que não é aquele estalo no rosto, mas uma encostadinha apenas, demonstrações de interesse pela irmã e o sorriso presente no rosto eram cenas apenas sonhadas pela família até pouco tempo.

A mãe me conta, em tom de orgulho, as recentes conquistas da filha. Mari Mari não se incomoda mais se uma criança chega perto dela no parquinho, mesmo que prefira estar só, e ganhou autonomia para comer sozinha e “pedir” o que tem vontade, como quando leva o litro de leite até a mãe para que ela o esquente. “Pode parecer pouco, mas esse é um grande avanço”, diz Luciana. Não, não é fácil ter um filho autista. Mas o diagnóstico não é o fim, e sim um novo começo na vida de toda a família.

“Quando questionei o neurologista que a acompanhava sobre a possibilidade dela ser autista, ele disse que eu não sabia o que era uma criança com o transtorno. Nunca vou me esquecer disso.” Luciana, mãe de Isabela e Mari Mari

Onde tudo começa?

A ciência não descobriu, até hoje, a causa da doença. O que os especialistas concordam é a forte influência da genética na alteração do funcionamento do cérebro do autista. Alguns genes – e muitos foram identificados – podem ou ser herdados mutados dos pais, algo raro, ou sofrer novas mutações durante a formação do embrião. Mas não para por aí. Várias teorias são relacionadas a todo momento com o aparecimento do transtorno, mas nem todas são referendadas pelos médicos e nada é conclusivo. Alimentação, vacinação, infecções na gravidez e até intercorrências no parto ou nos primeiros anos de vida integram essa lista. As pesquisas relacionam até fertilização in vitro e prematuridade, como é o caso das gêmeas, que nasceram de 32 semanas.

Isabela saiu da maternidade em cinco dias. A irmã, nos mais de três meses em uma UTI neonatal, passou por uma cirurgia cardíaca e diversos exames, inclusive para detectar a existência de alguma síndrome por ter nascido com as orelhas mais baixas e os dedos levemente flexionados. Mari Mari, segundo os médicos, tinha atraso no desenvolvimento neuropsicomotor.

Mesmo acompanhada por uma equipe multidisciplinar desde os seis meses, não mostrava avanços. “Ela gostava de ficar sozinha na escola e, aos 2 anos, teve a primeira convulsão (problema que afeta 25% dos autistas).” Aos 3, os atrasos ficaram evidentes e ela passou a balançar as mãos quando ficava nervosa. “Quando questionei o neurologista que a acompanhava sobre a possibilidade de autismo, ele disse que eu não sabia o que era uma criança com o transtorno. Nunca vou me esquecer disso”, diz. A avó materna das meninas, que desconfiava da existência de um problema maior, mostrou a Luciana uma reportagem sobre autismo. Depois de ler, ela agendou uma consulta com um dos especialistas entrevistados. Em 40 minutos e aos 4 anos e 7 meses, a família soube que Mari Mari era autista.

Essa trajetória desgastante não é incomum. Como não há um exame que detecte o transtorno, o diagnóstico é clínico, feito com base no comportamento da criança. E pode levar muito tempo para chegar a uma conclusão. “O ideal é descobrir o transtorno com cerca de 1 ano, quando os tratamentos dão resultados melhores”, diz Antonio Carlos de Farias, neurologista infantil do Hospital Pequeno Príncipe (PR), pesquisador e coautor do livro Transtornos Mentais em Crianças e Adolescentes: Mitos e Fatos (Ed. Autores Paranaenses). Se identificado nessa fase, ou até os dois anos, a chance de a criança falar é de 75%. “No Brasil, estima-se que existam 1 milhão e meio de autistas, e menos de 5% recebem a assistência adequada”, diz Estevão Vadasz, psiquiatra, que estuda o assunto desde 1978, coordenador do Programa dos Transtornos do Espectro Autista, referência no país, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP. Segundo o Ministério da Saúde, uma a cada mil crianças é autista no Brasil. Dados internacionais, porém, mostram que essa incidência é de uma para cada 110

terça-feira, setembro 27, 2011

Kit mostra como tornar procedimentos médicos menos estressantes para autistas


Os institutos norte-americanos Vanderbilt Kennedy Center e Autism Speaks se uniram para criar um recurso para os médicos e pais de crianças com autismo para se fazer uma preparação melhor para as coletas de sangue e outros procedimentos médicos de rotina. Esta 'caixa de ferramentas' chamada " Facilitando a coleta de sangue: ajudando o seu filho com um transtorno do espectro do autismo - Guia para os Pais", foi criada para ajudar as famílias e cuidadores a tornar os procedimentos médicos menos estressantes.
Para as crianças com o transtorno do espectro do autismo, os procedimentos médicos como as coletas de sangue podem ser muito difíceis. As rotinas estabelecidas, os déficits de comunicação e de interação social e a sensibilidade sensorial experimentada por muitas crianças com autismo são fatores significantes a ser considerados quando os preparamos para uma coleta de sangue.
O guia fornece estratégias comportamentais baseadas em evidências para os pais e cuidadores que podem ser usadas antes e durante a consulta e o procedimento médico.
" Eu observei frequentemente que muitas das nossas crianças com ASD lutam para completar a rotina dos exames de sangue, sendo ela parte de um protocolo de pesquisa ou de sua rotina normal. Tanto os pais quanto as crianças pareciam ansiosos quando o momento da coleta de sangue se aproximava. As enfermeiras e os profissionais treinados para fazer a coleta de sangue geralmente se esforçavam muito para se comunicar de forma eficaz com nossos pacientes com ASD e para ajudá-los a se acalmarem. Nossa equipe sabia que precisávamos de juntar nosso conhecimento sobre as técnicas comprovadamente eficazes para as crianças com ASD à pesquisa sobre como gerenciar a dor pediátrica, para que melhorássemos a experiência de todos" , disse a professora de pediatria Cassandra Newsom.
O grupo de pesquisadores entrevistou especialistas da dor e do desenvolvimento, observou as coletas de sangue das crianças com ASD e baseou-se nas estratégias estabelecidas na literatura médica sobre ASD.
No guia para os pais, as famílias são orientadas sobre quando e como explicar os procedimentos e há sugestões para se trazer brinquedos ou suportes visuais. As estratégias para relaxamento e distração usando-se brinquedos, música e o humor são descritas e sugere-se que sejam praticadas em casa durante momentos do dia em que as crianças estejam ansiosas.
O guia dos cuidadores tem uma amostra de um questionário de triagem que deve ser preenchido para ajudar a adiantar a coleta de informações sobre o paciente feita pelo médico. Orienta-se que este questionário seja preenchido por todos os profissionais que cuidam do paciente para que se faça apenas uma coleta de sangue, em vez de várias. Se o paciente tiver de ser sedado para algum procedimento médico, recomenda-se ainda que a coleta de sangue seja realizada enquanto ele estiver sedado. Um breve protocolo por escrito incluindo um plano substituto pode ajudar a equipe e os médicos a se tornarem mais coordenados na abordagem dos pacientes com autismo.
A Autism Speakers oferece o download livre da 'caixa de ferramentas' para a coleta de sangue para cuidadores e para médicos neste link.

Cientista brasileiro desenvolve droga que controla o autismo


SÃO PAULO - O controle do autismo, problema que se caracteriza pela disfunção no desenvolvimento psiconeurológico, social e lingüístico, pode estar próximo. Cientistas estão testando uma droga capaz de "consertar" a síndrome que atinge cerca de 70 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo estimativas da Organização das Nações Unidas. A previsão é do biólogo brasileiro e professor da faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia Alysson Muotri.
Uma das principais autoridades no estudo do autismo no mundo, Muotri publicou em novembro do ano passado um artigo na revista científica "Cell", em que demonstra como ele e sua equipe conseguiram consertar neurônios afetados pela Síndrome de Rett, uma das formas graves de autismo e que provoca várias complicações neurológicas.
A solução para o Rett veio por meio de uma droga que amplia a presença de insulina nas células doentes. O trabalho de Muotri repercutiu no mundo acadêmico e lançou esperanças de que seria possível, com o mesmo fármaco, tratar outras formas de autismo. O cientista fez palestra ontem em São Paulo, promovida pela ONG Autismo e Realidade, para estudantes, médicos e pais de autistas, e disse que é exatamente nisso que a sua equipe está trabalhando agora.
- Saímos do Rett e estamos lidando com o autismo de origem desconhecida, em que a gente não tem noção do que está acontecendo geneticamente. Tudo que conseguimos fazer com o Rett, até agora, reproduzimos com o autismo - comentou.
Segundo o pesquisador, há muita semelhança entre os neurônios afetados pela Síndrome de Rett e pelo autismo clássico. As células, em ambos os casos, têm morfologias semelhantes.
- São células menores, com arborizações e número de sinapses (conexões) reduzidas - explicou.
O medicamento desenvolvido para controlar Rett já vem sendo testado por outras equipes de pesquisadores em pacientes comprometidos pelo autismo nos Estados Unidos e na Itália.
- Ela ainda causa muitos efeitos colaterais mas, no equilíbrio de prós e contras, decidiu-se usá-la. Agora a evolução desses pacientes está sendo acompanhada - comentou o cientista.
De acordo com Muotri, o medicamento se mostrou eficaz em laboratório, mas ninguém pode garantir agora que vai recuperar o cérebro de pessoas afetadas pelo autismo, e afirmou que o fármaco precisa ser aprimorado. Ainda são necessários testes de validações e ensaios de toxicidade. Isso pode levar dez anos, diz o pesquisador.
- Encontramos uma combinação capaz de reverter e consertar a célula em nível sináptico, fazendo com que o neurônio autista se comportasse normalmente. Sou um cético, nem eu acreditaria no começo da pesquisa, mas meus dogmas vêm sendo colocados à prova porque temos um modelo em laboratório que funciona - acrescentou.



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2011/09/27/cientista-brasileiro-desenvolve-droga-que-controla-autismo-925454132.asp#ixzz1WVQxQxgI © 1996 - 2011. Todos os direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. 

Autismo não é problema 'meramente pediátrico', diz pesquisador brasileiro




Alysson Muotri trabalha nos EUA e tem importantes estudos na área.
Em visita ao Brasil, cientista deu palestra para médicos e pais de autistas.




Leia mais em : http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/09/autismo-nao-e-problema-meramente-pediatrico-diz-pesquisador-brasileiro.html


quinta-feira, setembro 15, 2011

A engenharia do autismo


Fonte: Época
Notícia publicada em: 14/09/2011
Autor: Marcela Buscato
Eindhoven é o principal polo de tecnologia da Holanda. A cidade de 270 mil habitantes concentra duas importantes universidades tecnológicas e dezenas de indústrias de olho nos cérebros privilegiados formados lá. Nos últimos anos, as autoridades de saúde da cidade começaram a se dar conta de uma mudança. Não havia nenhum levantamento oficial, mas os especialistas tinham a sensação de atender mais crianças com autismo, um transtorno de desenvolvimento que atinge principalmente meninos e afeta a habilidade de relacionamento e comunicação.

Os boatos despertaram a atenção do psicólogo britânico Simon Baron-Cohen, de 53 anos, diretor do Centro de Pesquisa em Autismo da Universidade de Cambridge. Baron-Cohen tem fama em seu campo por dois motivos. É primo do comediante Sacha Baron-Cohen, conhecido mundialmente pelo personagem Borat, um jornalista do Cazaquistão politicamente incorreto e dono de um infame traje de banho verde-limão (quem viu não esquece). O segundo motivo que dá fama ao Baron-Cohen cientista e, provavelmente, o que mais lhe agrada são suas teorias polêmicas sobre as origens do autismo. Ele está longe de ser um oportunista. É sempre cauteloso ao explicar a dimensão de suas descobertas. Mas tampouco foge de controvérsias.

Para Baron-Cohen, o aumento de crianças com autismo, possivelmente o caso de Eindhoven, deve-se ao casamento entre pessoas com tendências autistas. Todo mundo conhece alguém assim: é o amigo da faculdade ou do trabalho com interesses muito específicos (pode ser organizar sua coleção de livros sobre trens ou colecionar espécies de um gênero de orquídea). Ele percebe facilmente padrões dispersos pelo cotidiano, como a sequência de funcionamento dos semáforos de uma avenida, e não tem muitos amigos. Segundo Baron-Cohen, pessoas com esse perfil escolhem profissões que aproveitem essa facilidade para captar padrões. Tornam-se engenheiros, matemáticos, físicos, cientistas da computação. “Não estou dizendo que todos os engenheiros e matemáticos são autistas”, afirmou a ÉPOCA Baron-Cohen. “Mas é comum que, entre esses profissionais, existam mais pessoas com características compatíveis com autismo.”

Esse tipo de habilidade está presente em todos nós, em maior ou menor grau. Entre os autistas, estaria absolutamente fora do normal. Alguns são capazes de criar fórmulas matemáticas para calcular em que dia da semana caiu uma data passada e quando cairá no futuro. Nos profissionais das ciências exatas, “grandes sistematizadores”, segundo Baron-Cohen, essa capacidade estaria na fronteira entre o normal e o fora do comum. “Talvez, eles tenham apenas alguns dos genes do autismo e manifestam só algumas características”, diz.

Como são atraídos por um tipo específico de profissão, se concentrariam em polos tecnológicos, onde conheceriam mulheres com interesses semelhantes e, provavelmente, também com alguns dos genes do autismo. Ao se casarem, teriam filhos autistas ao unir suas cargas genéticas.

O caso de Eindhoven parecia a oportunidade perfeita para Baron-Cohen reunir evidências em favor de sua tese. Ele pediu que as escolas da cidade informassem o número de crianças autistas matriculadas. Fez o mesmo com escolas de outras duas cidades holandesas de tamanho semelhante – Haarlem e Utrecht –, mas cujas economias não são baseadas no setor tecnológico. A conclusão do estudo, divulgado há pouco mais de dois meses em uma importante publicação sobre autismo, parece confirmar as suspeitas de Baron-Cohen. Em Eindhoven, há entre duas e quatro vezes mais casos do que em Haarlem e Utrecht. A pesquisa foi a primeira a comparar a prevalência de autismo em um polo tecnológico com cidades de perfil econômico diferente. E, portanto, a provar cientificamente a relação. Mas a suspeita não é nova.

O primeiro caso a chamar a atenção foi o da Califórnia, Estados Unidos. O Estado engloba o Vale do Silício, região que concentra algumas das principais empresas de tecnologia do mundo, como o Facebook, o Google e a Apple. Entre 1987 e 2007, segundo estatísticas do governo americano, o número de diagnósticos de autismo aumentou 1.148%. A população cresceu só 27%. A ideia de que os pais de crianças com autismo tenham formas atenuadas da condição paira sobre o campo da psiquiatria desde o final da década de 1980. Mas foi Baron-Cohen que tomou para si a tarefa de provar ou refutar a teoria. Em sua busca pelas origens do autismo, já analisou milhares de familiares de matemáticos e engenheiros. As conclusões reforçam sua tese. Entre 1.405 parentes de estudantes de matemática, ele encontrou sete casos de transtornos semelhantes ao autismo. Nas famílias de universitários de outras áreas, achou apenas dois. Em um estudo com crianças autistas, a probabilidade de que o pai da criança ou um dos avôs fosse engenheiro era duas vezes maior.

A teoria, claro, é polêmica. “Esses achados precisam ser reproduzidos por outros estudos para que sejam considerados”, diz a psiquiatra Letícia Amorim, da Associação de Amigos do Autista. Os cientistas não têm certeza nem das origens genéticas do autismo. Não sabem se o transtorno é causado por dois ou 200 genes. Logo, é difícil procurar por eles entre matemáticos e engenheiros. Além disso, existe a dificuldade de fazer o diagnóstico.

Há um espectro de condições relacionadas ao autismo, algo parecido com uma escala. Pessoas com as formas mais graves têm quociente menor de inteligência, não desenvolvem a linguagem e não conseguem se relacionar. Na outra ponta da escala, os pacientes podem ter o quociente de inteligência acima da média da população e menos dificuldade para interagir socialmente. Baron-Cohen acredita que os físicos Albert Einstein e Isaac Newton, criadores das teorias que explicam o Universo, estavam nesse extremo do espectro, uma síndrome conhecida como Asperger. Em alguns casos, a fronteira entre a síndrome e o considerado “normal” é tão tênue que é difícil saber se pais de crianças autistas, possivelmente os matemáticos e engenheiros da teoria de Baron-Cohen, também não são eles mesmos Aspergers. Isso torna ainda mais complicado provar a teoria das tendências autistas.

Baron-Cohen diz que toda essa polêmica é por bons motivos. Porque ajuda os especialistas a entender como os autistas pensam e a refinar estratégias de aprendizagem destinadas a crianças com o transtorno. Além disso, serviria para mudar o olhar da sociedade. “Ao mostrar que esses traços podem estar presentes em profissionais, percebemos que o autismo engloba habilidades e até talentos”, diz.

Fonte: 
http://www.medcentro.com.br/noticias/noticiasdescricao.asp?Textos_ID=22372

sexta-feira, setembro 09, 2011

Julia Balducci, autista que hoje é cineasta.


Workshop " Autismo e Nutrição " , em Salvador-Bahia

Seguranças espancam mulher que pedia comida

As imagens registradas através de um telefone celular pelo produtor cultural Piu Gibson, mostrando o covarde espancamento de uma mulher portadora de distúrbios mentais por dois seguranças particulares da feira do Ver-o-Peso, chocaram a população paraense. A vítima, identificada apenas como Ruth, foi espancada com chutes e golpes de cassetete pelos seguranças por pedir comida aos frequentadores das barracas de alimentação.

As imagens feitas na tarde de terça-feira (6) revelam não somente um retrato de cenas de pura selvageria, mas o despreparo da maioria das pessoas em lidar com portadores de doenças mentais. Piu Gibson garante que no momento da agressão Ruth não estava agressiva.

“Eu estava passando pelo local e vi a discussão. Eu vi quando ele deu um soco nela e ela caiu. No mesmo instante lembrei de ligar o celular para filmar, pois sabia que aquilo iria render. Dei a volta e comecei a filmar. Ele chutou a mulher porque ela conseguiu segurar o cassetete. Pessoas também gritaram para que eles não a agredissem”, relembra Gibson.

Ao perceberem que Gibson estava filmando a sequência de agressões contra Ruth, os seguranças abordaram o produtor cultural e exigiram que ele apagasse as imagens registradas. “Só que eu falei que comigo a coisa era diferente. Um deles ainda disse: ‘Apaga logo isso!’. Não dei conversa e fui embora logo porque poderia perder as imagens e ser agredido”, conta.

Ruth é conhecida na área da feira, tanto pelos feirantes e barraqueiros quanto pelos policiais que atuam na área. A vítima é moradora de rua e perambula pelo mercado, na área da feira e entre as barracas de alimentos pedindo ajuda e alimentos para os próprios feirantes e clientes.

SEM COMUNICAÇÃO

Uma policial militar do Posto Tiradentes, do Mercado do Ver-o-Peso, mas que preferiu não se identificar, disse que nada foi comunicado aos policiais sobre o espancamento sofrido por Ruth. “Soubemos apenas pela televisão”, comentou. “Ela anda por aí e é muito agressiva. As pessoas dão roupas, depois ela rasga tudo. Quando ocorrem essas crises nós ligamos para os bombeiros que a levam para o Hospital das Clínicas e uns dois dias depois ela está de volta. Ela é agressiva, mas nada justifica isso que fizeram”.

Ruth protagonizou no dia 22 de agosto um fato que culminou em um trágico atropelamento. Na noite deste dia, Ruth perambulava pela área e teria exibido os órgãos sexuais para um homem identificado como “Bragança”. Este, ao vê-la, e aparentemente embriagado, passou a persegui-la. Correndo em zigue-zague pelo meio da avenida Portugal, “Bragança” acabou sendo atropelado e morreu no local.

Na tarde de ontem, durante a reportagem que a equipe do DIÁRIO realizava na feira e na área das barracas de alimentação, uma situação com morador de rua foi flagrada pela equipe. Um rapaz que também mora na área da feira e que apresenta um quadro de autismo estava sendo abordado por um dos seguranças particulares contratados pelos próprios feirantes.

ABORDAGEM

Deitado no meio da calçada por onde as pessoas passavam, o rapaz, trajando apenas um short, era convencido por um segurança a levantar-se e deixar o local. Mas, alertados pela presença de jornalistas no local, a abordagem era respeitosa. Mãos para trás, sem tocar o jovem, o segurança, em vão, tentava convencer o homem a se levantar. “Ele também mora por aqui. Mas não mexe com ninguém. Só fica às vezes pedindo por aí”, disse um vendedor ambulante que passava pelo local. Até a saída da equipe o jovem permaneceu sentado na calçada, alheio aos apelos do segurança.

Feirantes, mesmo receosos, revelaram que os seguranças envolvidos na agressão a Ruth são contratados por eles para fazer a segurança no local. Mas ninguém soube dizer se as pessoas contratadas têm algum tipo de formação profissional na área de segurança privada. “A polícia passa por aqui, mas não pode ficar parada num só local. Às vezes tem esses pivetes que ficam por aqui, depois que a polícia passa eles voltam. Com os seguranças melhorou bastante”, argumentou um dos vendedores de alimentos, mas que preferiu não se identificar
 

segunda-feira, setembro 05, 2011

Atenção - Moradores de SP são isentos do rodízio, quando transportarem pessoas com deficiência para suas terapias .


Isenção de Rodízio Municipal para Pessoa com Deficiência



O que é e a quem se destina?
Autorização Especial para a liberação do Rodízio Municipal, de veículos dirigidos por pessoas com deficiência ou por quem as transportem

Como solicitar?

Deverá preencher o requerimento para o cadastro do veículo.
O requerimento poderá ser obtido das seguintes formas:
  • Clique aqui para imprimir o formulário do requerimento, ou
  • No setor de Autorizações Especiais do DSV
Imprimir uma cópia do requerimento e anexar os seguintes documentos:
  • original ou cópia autenticada de Atestado Médico comprovando a deficiência, contendo Códito Internacional de Doenças - CID, com carimbo, CRM e assinatura do médico e com data não superior a três meses;
  • cópia simples do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo - CRLV;
  • cópia simples do Cadastro de Pessoa Física - CPF do portador de deficiência;
  • cópia simples da Carteira de Identidade - RG ou documento equivalente do requerente e do representante legal, quando for o caso. Na ausência do RG, anexar a Certidão de Nascimento; e
  • no caso de representante legal deverá ser anexado cópia simples da procuração ou curatela ou guarda permanente.
Entregar pessoalmente ou enviar pelos correios o requerimento assinado pelo requerente ou pelo seu representante legal, quando for o caso, no seguinte endereço:
Pessoalmente
DSV / Autorizações Especiais (DSV-AE)
Rua Sumidouro, 740 - Térreo – Pinheiros - CEP: 05428-010
De segunda a sexta-feira, das 9 às 17 horas.
Via CorreiosDSV / Autorizações Especiais - DSV-AE
Isenção de Rodízio Municipal
Caixa Postal 11.400 - CEP 05422-970
Dúvidas e informações:
Mais esclarecimentos sobre o assunto podem ser obtidos no endereço acima ou pelos telefones 3812-3281 ou 3816-3022.



Musicoterapia para o Autismo


musicoterapia é usada no tratamento para o autismo como fonte de comunicação entre o autista e o terapeuta.
O autista possui dificuldades para interagir com o mundo em que vive, devido a problemas na nas estruturas que compõem o seu cérebro, a música atua e estimula o cérebro dos autistas exatamente nas áreas mais afetadas, garantindo a eficácia da musicoterapia no tratamento desses indivíduos.
A música atinge primeiro as emoções dos autistas, pois é processada pelo lado direito do cérebro, e depois da origem as reações físicas, como batucadas, emissão de sons e contato visual.
Cuidados durante uma sessão de musicoterapia para autismo : 
  •  Se dirigir ao autista primeiro verbalmente e depois visualmente. Nunca falar e demonstrar ao mesmo tempo;
  •  Evitar excesso de estímulos sonoros (volume alto, por exemplo) e visuais;
Objetivos da musicoterapia para o Autismo : 
  •  Aumentar os canais de comunicação;
  •  Ampliar a interação com o mundo;
  •  Tentar contato visual e tátil;
  •  Diminuir a hiperatividade;
  •  Promover a interação de atividades antes rejeitadas;
  •  Facilitar a entrada de outros profissionais no tratamento (pedagogos, fonoaudiólogos);
  •  Melhorar a qualidade de vida do autista e de sua família;
Instrumentos utilizados na musicoterapia para Autismo : 
  •  Instrumentos musicais variados (Violão, piano, flauta);
  •  Objetos sonoros adaptados;
  •  Jogos de computador;
  •  CDs e DVDs;


Cães ajudam a diminuir estresse em crianças autistas


Segundo uma nova pesquisa, cães-guias especialmente treinados podem reduzir o estresse em crianças com autismo.
Pesquisas anteriores já haviam demonstrado que estes cães podem ajudar crianças autistas em situações sociais e a melhorar a sua rotina diária. Mas o novo estudo é o primeiro a mostrar que eles podem trazer benefícios fisiológicos também.
O autismo é uma série de condições em que as crianças têm problemas para se comunicar, interagir com os outros e se comportar adequadamente em situações sociais.
Os pesquisadores mediram os níveis de cortisol na saliva de 42 crianças com autismo. Normalmente, a produção de cortisol atinge picos cerca de 30 minutos depois que uma pessoa acorda, e diminui ao longo do dia.
A resposta do cortisol ao acordar das crianças foi medida antes, durante e após o cão-guia ser introduzido na família. Os cães foram treinados para serem obedientes e manterem a calma, mesmo em ambientes caóticos.
Os resultados mostram que os cães tiveram um grande impacto sobre os níveis do hormônio do estresse das crianças. Os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, diminuíram nas crianças após um cão-guia ser introduzido na família. Os cães também melhoraram o comportamento das crianças, reduzindo o número de problemas relatados pelos pais.
Nas duas semanas antes de os cães serem trazidos às casas, os níveis de cortisol das crianças aumentaram 58% durante os primeiros 30 minutos acordados. Mas quando os cães estavam presentes, essa resposta foi reduzida para um aumento de apenas 10%. E, após quatro semanas, quando os cães foram retirados das casas, a resposta do cortisol voltou a ter um aumento de até 48%.
Os pais também relataram uma diminuição de comportamentos problemáticos e perturbadores de seu filho, como birras, enquanto o cão estava presente. A média do número destes comportamentos caiu de 33, nas duas semanas anteriores à presença do cão, a 25 enquanto o animal fez parte da família.
Mas, por enquanto, os pesquisadores disseram que o efeito do cortisol reduzido na criança ainda não pode ser determinado. No entanto, estudos com adultos têm ligado aumentos do hormônio ao aumento do estresse geral, e a diminuição do hormônio a um estado mental positivo.
Mais pesquisas precisam ser feitas em crianças autistas para descobrir se estas diminuições nos níveis de cortisol na verdade correspondem a uma mudança nos seus níveis de estresse.
Muitos estudos já apontavam os benefícios dos cães-guias para crianças com autismo, e agora, um dos objetivos dos pesquisadores é saber por que os cães diminuem os níveis de cortisol delas. Por exemplo, pode ser que os cães ajudem as crianças a dormirem melhor, o que pode ter afetado os níveis de cortisol.
Fonte: Hype Science

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...