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quarta-feira, novembro 23, 2011

Dia 23 de Novembro, Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil

Hoje, 23 de novembro se comemora o Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil, mas infelizmente  o Ministério da Saúde ainda constata que o câncer é a doença que mais mata crianças de 0 a 5 anos e a primeira causa de morte por doença em crianças de 05 a 18 anos.
Vivenciar esta doença seja por criança, adolescente ou adulto é doloroso e difícil, pois o paciente tem que, em razão do tratamento, acabar se afastando do convívio familiar, escolar e social. A possibilidade eminente da morte e as alterações físicas em razão das sequelas do tratamento castiga o doente e todos que convivem ao seu lado.
Nós já enfrentamos o câncer infantil na nossa família. Meu filho único João  foi diagnosticado com Neuroblastoma aos 3 meses de vida e , apesar de estar em estágio avançado, conseguimos a cura , graças a Deus através apenas de uma cirurgia , realizada no hospital AC Camargo, em São Paulo .
O diagnóstico precoce continua sendo essencial para os casos de câncer infantil/juvenil ou adulto por influenciar diretamente no prognóstico da doença . É importante que estaejamos atento e façamos exames de rotina nos nossos filhos, para que se intervenha nesta terrível doença nos seus estágios iniciais .
O Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil foi criado com o intuito de estimular ações educativas e preventivas relacionadas ao câncer infantil; promover debates e outros eventos sobre as políticas públicas de atenção integral às crianças com câncer; apoiar as atividades organizadas e desenvolvidas pela sociedade civil em prol das crianças com câncer; difundir os avanços técnico-científicos relacionados ao câncer infantil e apoiar as crianças com câncer e seus familiares.

Você quer ajudar uma instituição de cuida de crianças com câncer? Veja a lista abaixo :

Fundação do Câncer -  http://www.cancer.org.br/
Hospital AC Camargo - http://www.hcanc.org.br/
Centro Infatil Boldrini - http://www.boldrini.org.br/
Hosp. do Câncer de Pernambuco - http://www.hcp.org.br/

Para mais instituições, clique aqui .


Beijocas,

Silvana













terça-feira, outubro 25, 2011

Dia Rosa de Combate ao Câncer de Mama é hoje em Camaçari

A Prefeitura de Camaçari, através da Sesau (Secretaria da Saúde), promove, nesta terça-feira (25/10), o Dia Rosa de Combate ao Câncer de Mama. A iniciativa, que integra a campanha internacional Outubro Rosa, tem início às 15h, na praça Desembargador Montenegro, no centro da cidade. Na ocasião, o Ceonc (Centro de Oncologia de Camaçari) realiza uma mini-feira de saúde, além de distribuição de folhetos educativos.

Durante o evento, o Centro ainda irá cadastrar mulheres para a realização do exame de mamografia gratuito na rede municipal de saúde. O público alvo são mulheres acima de 40 anos, que nunca tenham feito o exame, com mais de dois anos sem realizar o procedimento ou com fatores de risco, como histórico de câncer na família .

Para a coordenadora do Ceonc, Luciana Jaqueline, o Dia Rosa de Combate ao Câncer de Mama é um momento favorável para as mulheres tirarem as dúvidas sobre a doença, “que se diagnosticada cedo, é mais fácil de curar”, salienta.

As mulheres podem fazer o exame clínico das mamas nas UBS (Unidade Básica de Saúde) ou nas USF (Unidade de Saúde da Família) do Município. Caso o exame apresente alguma alteração, o médico deve encaminhar o paciente para o Ceonc.

A abertura do evento contará com a apresentação da Bamuca (Banda Municipal de Camaçari).




sábado, outubro 08, 2011

Comentários da Matéria - Globo Cidadania


Hoje passou uma matéria muito interessante - e emocionante - sobre as pessoas que saem de sua terra natal ( geralmente interior ), e vão para as grandes cidades em busca de diagnóstico e tratamento para problemas de saúde.  A maioria destas pessoas estão ou descobrem que estão com câncer , e muitas vezes só conseguem tratamento e transplantes em hospitais de referência nos grandes centros urbanos .  
A matéria falava muito também da importância das ONG's e das casas de apoio , para auxiliar estas pessoas .
Elas largam tudo : família, trabalho , casa , etc, para vir em busca da cura .
O que me emocionou muito foi o caso de um agricultor que abandonou tudo para buscar o diagnóstico do filho , que na sua cidade , era apenas gripe . Gripe esta que nunca melhorava . O pai então resolveu buscar ajuda e, na " cidade grande " descobriu o que verdadeiramente seu filho tinha : LEUCEMIA .

Me emocionou porque me lembrou muito o Edimar, eu e João Pedro . A 7 anos atrás também saímos da Região Metropolitana de Camaçari com um diagnóstico de virose , e fomos para  São Paulo , onde descobrimos um câncer no João Pedro em estágio avançado . Um neuroblastoma que poderia matá-lo . Rapidamente.  Nesta fase, como foi dito na matéria , longe da família, longe dos amigos, com dinheiro escasso, foi muito importante a ajuda das ONG's . Lá também eu tive a oportunidade de conhecer a Rede de Mulheres e os Doutores da Alegria , durante a minha estada no Hospital do Câncer, AC Camargo, Bairro : Liberdade, São Paulo . 

Mas fica uma pergunta : Porque temos que sair de nossas casas para buscar atendimento tão longe ? Os protocolos diagnósticos não são de certa forma padronizados ? Porque nas cidades pequenas e nas não tão pequenas -  como a minha cidade  -  não se é investigado à fundo os sintomas dos pacientes para que se chegue ao diagnóstico correto? Quantos já morreram por causa desta negligência ( pois para mim, é negligência ) . Os médicos muitas vezes esquecem do juramento que fizeram, porque estão insatisfeitos com o valor repassado  pelos planos de saúde ou porque estão com outros problemas...  Muitas vezes afirmam não serem especialistas neste ou naquele problema, mas também não facilitam as coisas para aqueles que estão  numa situação pior que a deles , pois não tem saúde. Quer pior do que isso ? 
Ainda bem que para toda a regra existe uma exceção, já diz o ditado  . Difícil é encontrá-la . 

Pois bem . Fato é que mesmo que tenhamos que largar tudo, sair de nossas casas, largar emprego em busca do diagnóstico e da cura , sempre aparecerão em nosso caminho pessoas boas ( sejam elas de ONG's, médicos, anônimos ) que nos ajudarão e tornarão esta estrada espinhosa bem mais fácil de se caminhar . Ainda bem ... 

Acesse os vídeos desta matéria :


http://g1.globo.com/videos/acao/t/edicao/v/rio-grande-do-sul-e-o-terceiro-estado-que-mais-realiza-transplante/1655085/



http://g1.globo.com/videos/acao/t/edicao/v/acao-mostra-o-trabalho-de-quem-oferece-ajuda-para-quem-precisa-de-transplante/1651410/

Bjocas
Silvana 

quinta-feira, agosto 11, 2011

Mãe e filha bebê enfrentam câncer juntas nos Estados Unidos .

Muito comovente a história desta família  . Que nos sirva mais uma vez como incentivo para continuar lutando, seja qual for o tamanho do problema. 
Esta criancinha está com o mesmo tipo de câncer com o qual João Pedro foi diagnosticado em 2004 .


Foto : Arquivo Pessoal / Via BBC

Uma mãe americana e sua filha bebê estão enfrentando juntas uma batalha contra o câncer. Apenas 8 meses após o nascimento de Saoirse, a fotógrafa Kezia Fitzgerald, de 27 anos, foi diagnosticada com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que surge nos gânglios do sistema linfático.


Poucos meses depois, quando Kezia ainda tentava se adaptar às dificuldades de lutar contra a doença e cuidar de um bebê de menos de um ano, Saoirse acordou com os olhos roxos e vomitando. Após muitos exames, ela recebeu o diagnóstico de neuroblastoma, um tipo de câncer que atinge o sistema nervoso periférico e é relativamente comum em bebês.

Dose dupla


Apesar do desespero inicial, a família tenta lidar com a situação da forma mais positiva possível.


"Quando se enfrenta um câncer, você tem de lutar contra ele - não há outra opção. E nós temos de fazer isso em dose dupla", disse Kezia à BBC Brasil.

Após três meses passando juntas por sessões de quimioterapia, o câncer de Kezia está em remissão, mas a pequena Saoirse ainda terá de enfrentar um transplante de medula óssea, marcado para janeiro.


Segundo os médicos, Saoirse está respondendo bem ao tratamento. Eles também afirmam que não há nenhuma relação entre as doenças da mãe e da filha.


Leia mais em : http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/08/mae-e-filha-bebe-enfrentam-cancer-juntas-nos-eua.html

Visite o Blog da Kesia  ( Em Inglês ) : New Mom... New Cancer...

Bjocas
Silvana


segunda-feira, junho 20, 2011

EcoAgência : O nome é diferente, mas o plástico é o mesmo

As garrafas de Coca-Cola e de Pepsi, mesmo feitas a base de plantas, ainda prejudicam o meio ambiente.

Por O Tao do Consumo - http://www.otaodoconsumo.com.br/

Será que o plástico feito com material vegetal é melhor? Em março, a Pepsi divulgou para a imprensa “a primeira garrafa feita 100% a base de plantas, uma garrafa PET feita com fontes renováveis”. Em seguida, a Coca devolveu: “Odwalla, do grupo Coca-Cola é a primeira indústria a comercializar embalagens feitas 100% a base de plantas”. As manchetes seguintes foram ainda mais fortes: “Garrafas da Pepsi: agora sem plástico” (Christian Science Monitor), “Pepsi pressiona mercado com garrafas feitas a base de plantas, uma garrafa 100% sem plástico” (GreenBiz), “Coca-Cola está desenvolvendo garrafas de plástico reciclado e materiais vegetais” (Guardian). No mês passado a Coca-Cola lançou um comercial para sua água mineral Dasani argumentando que a embalagem feita com material vegetal foi desenvolvida para “fazer a diferença”.

Mas, apesar de todo o barulho, as garrafas a base de plantas ainda resultam no velho e conhecido plástico. As empresas simplesmente substituíram combustíveis fósseis (como o petróleo e o gás natural) pelo etanol. E embora o etanol seja renovável e fonte de baixa emissão de carbono, o plástico resultante é quimicamente idêntico ao PET (polietileno tereftalato) ou ao PEAD (polietileno de alta densidade), materiais comumente usados na fabricação de garrafas plásticas. E, uma vez que o material vegetal se torna plástico, eles causam os mesmos impactos ambientais que um plástico feito de combustível fóssil. Ou seja, como não são biodegradáveis, poluem os oceanos e o solo e ainda contaminam os alimentos com químicos que migram da embalagem para o conteúdo interno. “Eles estão simplesmente utilizando plantas para fazer os mesmos polímeros que se encontram em plásticos. Isso não tem efeito nenhum para o meio ambiente”, explica Marcus Eriksen, um dos criadores da 5 Gyres, entidade que estuda a poluição de plástico em áreas como a grande mancha de lixo do Oceano Pacífico.

Eriksen e sua equipe acabam de explorar as cinco maiores correntes do mundo onde o plástico se acumula. Eles acharam plástico se acumulando em várias das ilhas pesquisadas e no estômago de pássaros e peixes mortos que consumiram plástico, pensando se tratar de pequenos peixes ou algas marinhas.

O plástico feito a base de plantas (ou não) prejudica a saúde de humanos da mesma forma. Os perigos de aditivos químicos normalmente usados em sua produção – como ftalatos e bisfenol A – têm sido amplamente divulgados: os dois já foram associados à obesidade, autismo e várias formas de câncer. “Algumas formulas de bioplásticos usam os mesmos tipos de aditivos que os plásticos feitos com petróleo ou gás natural”, reconhece Melissa Hockstad, vice presidente da SPE (The Society of the Plastics Industry), uma associação de indústrias de plástico dos Estados Unidos. “Algumas empresas estão trabalhando para conseguir alternativas” diz Hockstad. A dúvida é: se as empresas “estão trabalhando no desenvolvimento”, esses bioaditivos ainda não existem?

Notícia originalmente publicada no site Slate do Grupo Washington Post em 14 de junho de 2011.




quinta-feira, junho 02, 2011

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