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sexta-feira, dezembro 16, 2011

Bebê que enfrentou câncer junto com a mãe morre nos EUA

Bom dia , gente !

Vocês lembram deste post ? 

Pois é, infelizmente a BB em questão faleceu... Mas com certeza está bem melhor agora, ao lado de Deus , que confortará toda a família . Mas fica a lição : Não se pode vencer sempre, mas é importante que nunca paremos de lutar ...


Matéria :  Bebê que enfrentou câncer junto com a mãe morre nos EUA

Bjocas
Silvana

quarta-feira, novembro 23, 2011

Dia 23 de Novembro, Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil

Hoje, 23 de novembro se comemora o Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil, mas infelizmente  o Ministério da Saúde ainda constata que o câncer é a doença que mais mata crianças de 0 a 5 anos e a primeira causa de morte por doença em crianças de 05 a 18 anos.
Vivenciar esta doença seja por criança, adolescente ou adulto é doloroso e difícil, pois o paciente tem que, em razão do tratamento, acabar se afastando do convívio familiar, escolar e social. A possibilidade eminente da morte e as alterações físicas em razão das sequelas do tratamento castiga o doente e todos que convivem ao seu lado.
Nós já enfrentamos o câncer infantil na nossa família. Meu filho único João  foi diagnosticado com Neuroblastoma aos 3 meses de vida e , apesar de estar em estágio avançado, conseguimos a cura , graças a Deus através apenas de uma cirurgia , realizada no hospital AC Camargo, em São Paulo .
O diagnóstico precoce continua sendo essencial para os casos de câncer infantil/juvenil ou adulto por influenciar diretamente no prognóstico da doença . É importante que estaejamos atento e façamos exames de rotina nos nossos filhos, para que se intervenha nesta terrível doença nos seus estágios iniciais .
O Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil foi criado com o intuito de estimular ações educativas e preventivas relacionadas ao câncer infantil; promover debates e outros eventos sobre as políticas públicas de atenção integral às crianças com câncer; apoiar as atividades organizadas e desenvolvidas pela sociedade civil em prol das crianças com câncer; difundir os avanços técnico-científicos relacionados ao câncer infantil e apoiar as crianças com câncer e seus familiares.

Você quer ajudar uma instituição de cuida de crianças com câncer? Veja a lista abaixo :

Fundação do Câncer -  http://www.cancer.org.br/
Hospital AC Camargo - http://www.hcanc.org.br/
Centro Infatil Boldrini - http://www.boldrini.org.br/
Hosp. do Câncer de Pernambuco - http://www.hcp.org.br/

Para mais instituições, clique aqui .


Beijocas,

Silvana













quinta-feira, agosto 11, 2011

Mãe e filha bebê enfrentam câncer juntas nos Estados Unidos .

Muito comovente a história desta família  . Que nos sirva mais uma vez como incentivo para continuar lutando, seja qual for o tamanho do problema. 
Esta criancinha está com o mesmo tipo de câncer com o qual João Pedro foi diagnosticado em 2004 .


Foto : Arquivo Pessoal / Via BBC

Uma mãe americana e sua filha bebê estão enfrentando juntas uma batalha contra o câncer. Apenas 8 meses após o nascimento de Saoirse, a fotógrafa Kezia Fitzgerald, de 27 anos, foi diagnosticada com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que surge nos gânglios do sistema linfático.


Poucos meses depois, quando Kezia ainda tentava se adaptar às dificuldades de lutar contra a doença e cuidar de um bebê de menos de um ano, Saoirse acordou com os olhos roxos e vomitando. Após muitos exames, ela recebeu o diagnóstico de neuroblastoma, um tipo de câncer que atinge o sistema nervoso periférico e é relativamente comum em bebês.

Dose dupla


Apesar do desespero inicial, a família tenta lidar com a situação da forma mais positiva possível.


"Quando se enfrenta um câncer, você tem de lutar contra ele - não há outra opção. E nós temos de fazer isso em dose dupla", disse Kezia à BBC Brasil.

Após três meses passando juntas por sessões de quimioterapia, o câncer de Kezia está em remissão, mas a pequena Saoirse ainda terá de enfrentar um transplante de medula óssea, marcado para janeiro.


Segundo os médicos, Saoirse está respondendo bem ao tratamento. Eles também afirmam que não há nenhuma relação entre as doenças da mãe e da filha.


Leia mais em : http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/08/mae-e-filha-bebe-enfrentam-cancer-juntas-nos-eua.html

Visite o Blog da Kesia  ( Em Inglês ) : New Mom... New Cancer...

Bjocas
Silvana


segunda-feira, agosto 08, 2011

O câncer é a segunda causa de mortalidade infantil no Brasil.

Considerando que todos os órgãos do corpo estão formados por tecidos, que os tecidos se compõem de conjuntos de células, e que as células são as responsáveis pelo crescimento, evolução, e a renovação dos órgãos e tecidos, é necessário saber que quando existe uma alteração em uma célula, ou que essa tenha cumprido seu objetivo e respondido à demanda de órgãos e tecidos, e morre, se a célula sobreviver, originará células iguais a ela, distintas das normais, e, escapando aos mecanismos normais de controle, se proliferará originando um conjunto de células doentes e anormais que se localizará em um tecido ou órgão, podendo viajar pelo sangue a outros órgãos ou tecidos , causando tumores de muitos tipos e em localizações muito diferentes.


Ao crescer descontroladamente, a célula adquire tamanhos e morfologias anormais, destroem células vizinhas, órgãos e ossos, consumindo parte dos nutrientes e da energia do paciente, debilitando as defesas do organismo. A essas células doentes, a medicina chama de câncer, uma doença que pode aparecer em qualquer etapa da vida, desde o nascimento e ao longo de todo o desenvolvimento do ser humano.


O câncer não é uma doença transmissível. O câncer é uma propagação incontrolada de células em qualquer órgão ou tecido, que se origina quando um grupo de células escapa dos mecanismos normais de controle, quanto à sua reprodução e diferenciação.



segunda-feira, junho 20, 2011

EcoAgência : O nome é diferente, mas o plástico é o mesmo

As garrafas de Coca-Cola e de Pepsi, mesmo feitas a base de plantas, ainda prejudicam o meio ambiente.

Por O Tao do Consumo - http://www.otaodoconsumo.com.br/

Será que o plástico feito com material vegetal é melhor? Em março, a Pepsi divulgou para a imprensa “a primeira garrafa feita 100% a base de plantas, uma garrafa PET feita com fontes renováveis”. Em seguida, a Coca devolveu: “Odwalla, do grupo Coca-Cola é a primeira indústria a comercializar embalagens feitas 100% a base de plantas”. As manchetes seguintes foram ainda mais fortes: “Garrafas da Pepsi: agora sem plástico” (Christian Science Monitor), “Pepsi pressiona mercado com garrafas feitas a base de plantas, uma garrafa 100% sem plástico” (GreenBiz), “Coca-Cola está desenvolvendo garrafas de plástico reciclado e materiais vegetais” (Guardian). No mês passado a Coca-Cola lançou um comercial para sua água mineral Dasani argumentando que a embalagem feita com material vegetal foi desenvolvida para “fazer a diferença”.

Mas, apesar de todo o barulho, as garrafas a base de plantas ainda resultam no velho e conhecido plástico. As empresas simplesmente substituíram combustíveis fósseis (como o petróleo e o gás natural) pelo etanol. E embora o etanol seja renovável e fonte de baixa emissão de carbono, o plástico resultante é quimicamente idêntico ao PET (polietileno tereftalato) ou ao PEAD (polietileno de alta densidade), materiais comumente usados na fabricação de garrafas plásticas. E, uma vez que o material vegetal se torna plástico, eles causam os mesmos impactos ambientais que um plástico feito de combustível fóssil. Ou seja, como não são biodegradáveis, poluem os oceanos e o solo e ainda contaminam os alimentos com químicos que migram da embalagem para o conteúdo interno. “Eles estão simplesmente utilizando plantas para fazer os mesmos polímeros que se encontram em plásticos. Isso não tem efeito nenhum para o meio ambiente”, explica Marcus Eriksen, um dos criadores da 5 Gyres, entidade que estuda a poluição de plástico em áreas como a grande mancha de lixo do Oceano Pacífico.

Eriksen e sua equipe acabam de explorar as cinco maiores correntes do mundo onde o plástico se acumula. Eles acharam plástico se acumulando em várias das ilhas pesquisadas e no estômago de pássaros e peixes mortos que consumiram plástico, pensando se tratar de pequenos peixes ou algas marinhas.

O plástico feito a base de plantas (ou não) prejudica a saúde de humanos da mesma forma. Os perigos de aditivos químicos normalmente usados em sua produção – como ftalatos e bisfenol A – têm sido amplamente divulgados: os dois já foram associados à obesidade, autismo e várias formas de câncer. “Algumas formulas de bioplásticos usam os mesmos tipos de aditivos que os plásticos feitos com petróleo ou gás natural”, reconhece Melissa Hockstad, vice presidente da SPE (The Society of the Plastics Industry), uma associação de indústrias de plástico dos Estados Unidos. “Algumas empresas estão trabalhando para conseguir alternativas” diz Hockstad. A dúvida é: se as empresas “estão trabalhando no desenvolvimento”, esses bioaditivos ainda não existem?

Notícia originalmente publicada no site Slate do Grupo Washington Post em 14 de junho de 2011.




terça-feira, fevereiro 08, 2011

Autismo - Como [eu acho que ] tudo começou ...


Olá queridos  , tudo bem ?
Como todos já sabem, eu tenho um filho com Autismo , aliás ele foi o incentivador para a criação deste blog . Mas hoje trago à reflexão um questionamento que faço para mim e para todos vocês que lerem este texto: Onde tudo começou ???Em que momento o Autismo surgiu em nossas vidas ?
Eu tenho a resposta : Eu não sei  .  Leia a história de meu BB :
JP nasceu saudável , aos 9 meses em 19-11-2003 , parto cesáreo e foi para casa normalmente respeitando-se os tempo determiado para que a mamãe o bebê ainda fiquem em observação no hospital . No mês de março do ano seguinte (2004) meu BB começou a apresentar quadros febris e sudorese muito intensa , fato este que  nos deixou muito preocupados . Seguimos nesta luta por aproximadamente 1 mês, percorrendo todas as clínicas de nossa cidade e voltando para casa sempre com o mesmo diagnóstico : VIROSE .
Um belo dia , diante de um terrível episódio de febre beirando os 41º ( sim, acreditem ) resolvemos levá-lo a um hospital de grande porte , em Salvador temendo que o pior acontecesse . Chegando lá uma médica detectou uma massa na região da bexiga do meu BB . Esta massa até então desconhecida o levou ao centro cirúrgico a fim e que fosse feita uma biópsia à céu aberto por 3 vezes, sendo que na terceira vez , deu tudo errado .  Durante a indução anéstesica meu BB teve paradas cardio-respiratórias e convulsões ... a situação saiu completamente de controle e ele precisou ser induzido ao coma .

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