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segunda-feira, setembro 05, 2011

Dicas de Sites para Materiais de Trabalho

Olá,
Bom dia a tod@s !
Dicas de sites forneceda por uma mamãe de uma lista ( grupo ) sobre Autismo no yahoo .
Segue uma pequena lista de sites em inglês:




Se perde por ter muitas palavras em inglês nos materiais, mas sugiro em especial clicar em resources e depois no link de kids crafts, pois dá para imprimir algumas atividades legais.




Clique em PECS para figuras gratuitas e atividades de classificação. Gostei muito da parte dos objetivos do PECS, onde se apresenta uma tabela de atividades sequenciadas para avançar na utilização deste sistema.




Desça até o "free standart size PECS pictures", pois tem centenas de figuras. Se alguém descobrir se tem um "modo" de desagrupar e passar para o português antes de imprimir, me avisa.


http://www.abaresources.com/


Muitas dicas úteis! Clique em "free downloads". Tem ótimos esquemas para o sistema token (recompensa) com figuras temáticas.




Destinado a professores, mas excelente para pais que tb fazem um trabalhinho estruturado com os filhos em casa. Muitas opções de atividades para imprimir.




Tem muito a se procurar, mas peguei algumas atividades bem bacanas e simples clicando no activities. tem vários free downloads e alguns para comprar tb.

Beijocas
Silvana

quarta-feira, junho 08, 2011

Autismo no Portal MTV

Publicado em 06/06/2011

Texto localizado na Página : MTV / Cidadania

Saiba mais sobre a história do autismo no mundo



Fala sério! Ele se parece com os
personagens retratados lá na MTV ?

Redação MTV

O primeiro registro científico do termo 'autista' na literatura psiquiátrica aconteceu em 1906, nos estudos de Plouller. Mas foi só em 1911 que o termo ficou mais difundido, com a publicação de registros do psiquiatra suíço Eugen Bleuler sobre quadros de esquizofrenia.

Em 1943, com os avanços dos estudos sobre a mente humana, o psiquiatra americano Leo Kanner também usou o termo para descrever um grupo de onze casos clínicos de crianças na sua publicação intitulada 'Distúrbios Autísticos do Contato Afetivo' ('Autistic Disturbances of Affective Contact').

As crianças investigadas por Kanner apresentavam um quadro de extremo isolamento e a inabilidade para se relacionar com outras pessoas, além de falhas no uso da linguagem para a comunicação e desejo obsessivo ansioso para a manutenção da 'mesmice'.

Segundo Kanner, o autismo era causado por pais altamente intelectualizados, pessoas emocionalmente frias e com pouco interesse nas relações humanas da criança, mas esta suposição não se mostrou verdadeira no futuro. Com a evolução das pesquisas científicas, concluiu-se que o autismo não é um distúrbio do contato afetivo, mas sim um distúrbio do desenvolvimento.

Em 1944, o pediatra austríaco Hans Asperger, em Viena, descreveu crianças que tinham dificuldades de integrar-se socialmente em grupos, denominando esta condição de 'Psicopatia Autística'. As crianças estudadas por Asperger eram parecidas com as descritas por Kanner, porém mantinham a linguagem bem preservada e pareciam mais inteligentes. O pediatra austríaco acreditava que elas eram diferentes das crianças com autismo, na medida em que não eram tão perturbadas, demonstravam capacidades especiais, desenvolviam fala altamente gramatical em idade precoce e não apresentavam sintomas antes do terceiro ano de vida.

A publicação científica de Kanner logo ficou conhecida, mas o artigo de Asperger, que foi escrito em alemão, só foi transcrito para o inglês em 1981. Foi nessa época que se estabeleceu a diferença entre o autismo e o transtorno de Asperger.

O transtorno de Asperger diferencia-se do autismo essencialmente pelo fato de que não é acompanhado por dificuldade na linguagem ou no desenvolvimento cognitivo. Portanto, a diferença fundamental entre um indivíduo com autismo e um indivíduo com transtorno de Asperger é que o indivíduo com autismo possui um QI executivo maior que o verbal e apresenta um atraso na aquisição da linguagem. Na prática clínica, a distinção faz pouca diferença, porque o tratamento e as intervenções dirigidas aos dois casos são semelhantes.

Em 1976, Lorna Wing, uma médica psiquiatra inglesa, relatou que indivíduos com autismo apresentam déficits específicos em três áreas: imaginação, socialização e comunicação, o que ficou conhecido como "Tríade de Wing". Ficou estabelecido, portanto, que o autismo é um transtorno definido por alterações presentes antes dos três anos de idade e que se caracteriza por alterações qualitativas na comunicação, na interação social e no uso da imaginação.

* Texto baseado em informações fornecidas pelo Movimento Pró-Autista

E ainda , com notícias relacionadas :
 
"Estudo: frequência de autismo é subestimada"
"Falsa psicóloga que atendia crianças com autismo se entrega à polícia no RJ"
"Dia de Conscientização do Autismo alerta pais para diagnóstico precoce"

...
 
Agora sim, MTV, precisamos de quem nos ajude, e não de quem nos atrapalhe.
Parceria ! É disso que estamos falando ...
 

sexta-feira, junho 03, 2011

Terapia com animais ajuda crianças e adultos

PORTIMÃO
Terapia com animais ajuda crianças e adultos

A quinta pedagógica de Portimão está a usar animais para tratar crianças, jovens e adultos com problemas mentais, emocionais e até físicos. Cavalos, cães, burros e coelhos foram treinados para melhorar a vida e a saúde de crianças e adultos com vários tipos de doença e deficiência.

As realidades próprias do campo podem ser conhecidas literalmente nos dois hectares da quinta pedagógica de Portimão, localizada na Aldeia Nova da Boavista.

O espaço recria uma quinta rural – com zonas de cultivo, de abrigo de animais, um lago, zonas verdes e de lazer –, onde se pode, entre muitas outras atividades, alimentar e acariciar os animais domésticos.

A quinta, que está orientada especialmente para dar a conhecer o mundo rural aos mais novos, está neste momento a desenvolver um serviço dirigido às pessoas com problemas de saúde ou com diversos tipos de deficiências, entre outros diagnósticos.

“A convivência com um animal de estimação, ou que foi treinado, só traz benefícios à sua saúde”, frisam os especialistas. E esta é também a opinião dos responsáveis da quinta pedagógica de Portimão, que está a oferecer gratuitamente serviços de hipoterapia e terapia assistida por animais à comunidade desde 2009, tendo recebido até ao momento mais de cem utentes e diversas instituições de vários concelhos da região algarvia.

Nos últimos três meses, esta oferta terapêutica abrange cerca de cinquenta crianças, jovens e adultos, portadores de deficiências mentais e físicas, assim como outros que sofrem de baixa autoestima e desmotivação escolar, entre outras problemáticas.

Esta terapia usa os animais – essencialmente cavalos e cães, mas também burros, coelhos anões e gatos – para interagir com os portadores de deficiências físicas e mentais, uma atividade que estimula os utentes a movimentarem-se e a ganharem autoestima e confiança.

Segundo os responsáveis da quinta pedagógica de Portimão, os animais utilizados nesta terapêutica “foram devidamente treinados e selecionados” e “funcionam como alternativa ou complementaridade à intervenção em clínica”.

“Nas práticas terapêuticas utilizadas, tem conhecido um franco sucesso o recurso a cavalos (hipoterapia), porque requer dos praticantes a participação e utilização da totalidade dos seus corpos, permitindo o desenvolvimento da força, tónus muscular, flexibilidade, relaxamento e aperfeiçoamento da coordenação motora e do equilíbrio”, explica a autarquia, que é a responsável pela gestão da quinta.

Quinta aberta a várias instituições do Algarve

Segundo apurámos, a maioria das pessoas que beneficiam atualmente da terapia com animais são jovens utentes de instituições algarvias de solidariedade social.

Nessa lista encontramos a CRACEP – Cooperativa Reeducação de Apoio à Criança Excecional de Portimão, o Lar de Crianças Bom Samaritano, o GRATO – Grupo de Apoio aos Toxicodependentes, assim como os alunos das escolas da Bemposta, Coca-Maravilhas, Prof. José Buísel e o infantário “Quinta dos Amiguinhos”, entre outras entidades e alguns particulares.

Pela quinta também já passaram utentes de instituições como o NECI -Núcleo de Educação da Criança Inadaptada, CREMP – Centro de Reeducação Médico-Pedagógica, Casa de Santo Amaro – Associação Lucinda Anino dos Santos, Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson do Algarve e a APPDA – Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e do Autismo do Algarve.

Para além da terapia com animais, a quinta pedagógica de Portimão realiza ainda atividades adaptadas a cada grupo e problemática, desde sementeira a visitas guiadas ou ao fabrico de pão, entre outras.

O espaço pode ser visitado de terça a sexta-feira, entre as 9h30 e as 17h30, e aos fins de semana, das 10h00 às 17h30.

quinta-feira, junho 02, 2011

Autismo - luta contra o preconceito

Autismo  luta contra o preconceito

O autismo é um distúrbio do desenvolvimento humano que, apesar dos muitos anos de estudo, ainda conserva divergências até mesmo científicas. Seja pela diversidade de características ou pela falta de informação deste transtorno, muitos jovens autistas e seus familiares sofrem preconceitos nos mais diversos grupos da sociedade.Publicidade

Segundo Ângela Mathylde Soares, psicanalista, psicopedagoga e diretora da Clínica Aprendizagem e Companhia, o maior problema desta falta de informação está no fato de pensar que uma pessoa com autismo tem as mesmas características e fisionomia de quem tem retardamento mental.



"O autista tem algumas características bem específicas. Ele possui dificuldade em se juntar às outras pessoas, repete muitos gestos, possui risos inapropriados, não tem controle dos próprios limites, faz pouco contato visual, tem dificuldades com os métodos de ensino normais, repetem as palavras, podem ter tanto a hiperatividade quando o inverso, dificuldade de expressar suas necessidades e forte apego aos objetos", explica Ângela.



Andréa Werner Bonoli, de 35 anos, descobriu que seu filho Theo tinha autismo pouco antes dele completar dois anos de vida. Hoje, com quase três aninhos, ele já faz terapia e tem uma vida aparentemente normal. "As professoras da escola notaram alguns comportamentos atípicos nele, então procuramos um psiquiatra infantil e um neuropediatra e eles confirmaram o diagnóstico", diz.



A mãe de Theo ressalta que, apesar de perceberem algumas diferenças no comportamento do filho, ela e o pai achavam que podia ser apenas uma característica dele. Andréa também comenta: "Ele é nosso primeiro filho, então não tínhamos parâmetro. A família já desconfiava, mas não tinha coragem de falar nada".



"A notícia chega como uma bomba. Costumo dizer que você vive um luto. É como se o filho lindo e perfeito que nasceu, e que você idealizou e imaginou um milhão de coisas para ele, morresse. Você tem que lidar com uma realidade na qual não contava, afinal, ninguém engravida esperando um filho especial", desabafa Andréa.



A psicanalista explica que a negação dos pais é muito comum ao receber a notícia. Depois desta fase do luto chegam as outras: a vergonha e o altruísmo, este de grande importância à criança, mas que requer cuidado da mãe, porque ela não deve deixar o pai de lado de todas essas novas vivências e experiências com o filho.



Quanto ao preconceito, assim como acontece com outras doenças e síndromes, ele é silencioso. A mãe de Theo diz que percebe, às vezes, os olhares das pessoas e acrescenta: "Uma criança autista tem muito mais dificuldades em lidar com frustração. Então, é comum elas gritarem e se jogarem no chão. As pessoas olham como se você fosse uma péssima mãe. Não entendem que se trata de uma pessoa especial e não mal educada".



"Às vezes, quando ele está brincando no meio de outras crianças, comento com outras mães que ele é autista. A maioria diz: ‘Mas ele nem parece’. As pessoa ainda têm na cabeça o autista-clichê, como o personagem de Dustin Rofman em Rain Man. Quando se deparam com uma criança que interage, é aparentemente inteligente e esperta, nem imaginam que se trata de um autista", esclarece Andréa.



A diretora da Clínica Aprendizagem e Companhia acrescenta que, na verdade, quem percebe o preconceito não é a criança, que vive contida em seu próprio mundo, mas sim os pais e os familiares, por compreenderem os olhares das outras pessoas e se depararem com alto nível de desinformação.



"O nível de informação é muito precário. Pediatras no país não estão aptos para identificar os primeiros sinais de autismo em bebês. É comum a gente ouvir no grupo de apoio do qual participo frases como ‘meu filho já tinha três anos, não falava, mas o pediatra dizia que estava tudo bem, que ele ia falar no tempo dele", afirma Andréa.



No dia 02 de abril, Dia Mundial do Autismo, decretado pela ONU, houve um trabalho de conscientização em diversos monumentos em São Paulo e Rio de Janeiro, que acenderam luzes azuis, repetindo o movimento do "Light It Up Blue", iniciado nos Estados Unidos.

"Existem dias piores e melhores, mas a intervenção precoce realmente funciona. É importante aprender a abstrair os pensamentos em relação ao futuro, afinal, nem mesmo um pai de uma criança com desenvolvimento normal mental sabe como ela estará no futuro. Se você conseguir controlar essa ansiedade, já é meio caminho andado", finaliza a mãe do pequeno Theo.



Por Carolina Pain (MBPress)




domingo, maio 08, 2011

Diagnóstico de autismo em bebês prematuros apresenta falhas - The New York Times


Médicos estão diagnosticando erroneamente o transtorno do espectro do autismo em muitas crianças com 18 meses de vida nascidas excessivamente prematuras, segundo um novo estudo norte-americano.
Em exames realizados meses mais tarde, os pesquisadores observaram que um grande percentual dos bebês diagnosticados com autismo naquela idade não era autista. Segundo a equipe de pesquisa, os bebês simplesmente apresentavam algum atraso cognitivo ou de linguagem, problemas comuns em crianças prematuras.
Na opinião dos pesquisadores, a falha no diagnóstico pode ser causada pela prematuridade do exame. “Precisamos continuar observando estas crianças bem de perto. Elas correm alto risco de desenvolver diversos tipos de atrasos e dificuldades de comportamento, mas não se pode ter certeza, em idade tão tenra, de que o problema é realmente o autismo”, disse Bonnie Stephens, pediatra neonatal e comportamental do Women & Infants Hospital de Rhode Island e autora do estudo. “Devemos monitorá-los com o passar do tempo e talvez só seja possível diagnosticá-los com precisão alguns meses mais tarde”.
Muitos especialistas do setor neonatal seguem as recomendações da Academia Americana de Pediatria, de que toda criança entre os 18 e os 24 meses de vida deve passar por exames de imagem para a detecção do transtorno de espectro do autismo. Aquelas com resultados abaixo da média devem ser encaminhadas para exames adicionais de diagnóstico.
Atraso cognitivo
Segundo a pediatra, os índices de autismo estão aumentando nos Estados Unidos e aparentemente estes índices são ainda mais altos entre a população nascida excessivamente prematura. “Os primeiros estudos realizados mostraram índices aparentemente altos demais para serem possíveis e tais estudos foram revelados logo após o lançamento das recomendações da academia americana”, ela explica.
Entretanto, a médica diz que diversas coisas podem sair errado no início da vida de recém-nascidos, dentre elas algum atraso cognitivo e de linguagem. É bem provável que muitos diagnósticos com resultados positivos estejam incorretos. Tal hipótese acabou sendo comprovada, pelo menos através da pequena amostra do estudo realizado com recém-nascidos do hospital onde a autora do estudo trabalha. Os bebês participantes do estudo foram monitorados durante os primeiros 30 meses de vida. Eles nasceram antes da vigésima oitava semana de gestação e foram diagnosticados com o transtorno do espectro do autismo através de três exames diferentes, aos 18 meses e aos 30 meses de vida (com idades corrigidas para a prematuridade).
Na primeira avaliação, um total de 18% de 152 bebês avaliados foi diagnosticado com transtorno do espectro do autismo, enquanto que no trigésimo mês, apenas 10% de 116 crianças tiveram o mesmo diagnóstico.
“Observamos uma queda significante no número de resultados positivos”, disse a médica. Ela ressalta que as descobertas ainda são preliminares, mas que a pesquisa continua e sua equipe já planeja a realização de um ensaio com uma amostra maior.
No final, apenas 3% das crianças obtiveram resultado negativo nos três exames por imagem realizados aos 18 meses e aos 30 meses de vida. Os exames realizados mais tarde mostraram que tais crianças acabaram sendo diagnosticadas com o transtorno do espectro do autismo.
Contra a tendência
Bonnie diz que os bebês que obtiveram resultado positivo em alguns exames de autismo aos 18 e aos 30 meses de vida realmente apresentavam algum atraso cognitivo e de linguagem. “É importante realizar o diagnóstico mais cedo, mas um alto índice de resultados falsamente positivos pode causar um estresse desnecessário aos pais. Este grupo de crianças recém-nascidas foi acompanhado tão de perto por nossa equipe que, de qualquer maneira, todas elas acabaram recebendo intervenções logo no início (para tratar de outros problemas). A identificação de um exame positivo nos primeiros meses de vida pode não ser tão crucial como a realização de um diagnóstico preciso mais tarde”, disse a pediatra Bonnie.
A pesquisa foi apresentada em Denver no início do mês, durante o encontro anual das Sociedades Acadêmicas de Pediatria dos Estados Unidos. Estudos apresentados em encontros médicos devem ser considerados preliminares, pois não passaram pela avaliação rigorosa que antecede a publicação em periódicos científicos revisados por profissionais da área.
Os resultados do estudo vão contra uma tendência atual de pesquisas sobre o transtorno do espectro do autismo. Estas pesquisas consideram a prematuridade como um possível fator de risco para o autismo, disse Cynthia Johnson, diretora do Centro do Autismo do Hospital Infantil da Universidade de Pittsburg. “Ainda precisamos de medidas para identificar bebês prematuros que podem acabar tendo algum problema cognitivo de linguagem, mas não necessariamente aqueles característicos do autismo”.
Para Cynthia, adiar o diagnóstico faz sentido. “Muitas vezes é preciso aguardar um pouco para ver o que vai acontecer. Se existem suspeitas de um diagnóstico positivo de autismo, a família deve ser informada. Mas saberá que seu filho corre risco de desenvolver algum problema, não somente o autismo. Além disso, a ciência ainda não tem uma resposta definitiva sobre o tema”.
(New York Times - Tradução: Claudia Batista Arantes)

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